segunda-feira, 1 de março de 1999

Conclusão Geral

CONCLUSÃO GERAL

Ao iniciar este trabalho de respostas, eu disse, na Introdução, que “atacar a crença dos outros não é provar a autenticidade de sua própria crença”.
Nas páginas precedentes tenho atacado o protestantismo e refutado as objeções que ele formula, provando assim a doutrina legítima, autêntica e divina, da Igreja Católica, Apostólica, Romana.
O protestante que ler estas respostas deve ficar convencido, tanto pelo raciocínio do seu bom-senso, como pelas mil provas da Sagrada Escritura, que o protestantismo é um erro, uma heresia, o antípoda da religião verdadeira, enquanto a Igreja Católica segue integralmente os ensinos, os preceitos, os conselhos e as intuições de Jesus Cristo.
Não receio repetir que as respostas dadas são absolutamente irrefutáveis. Não há uma única resposta que não esteja baseada e firmada no texto sagrado do Evangelho, como o leitor pode ver.
Nenhum sofisma, nenhuma interpretação ambígua ou incerta entra nestas páginas. É a Sagrada Escritura, clara nas suas expressões e clara na sua interpretação.
É um trabalho de exegese séria, que não admite réplica, porque a palavra de Deus, no seu sentido óbvio, é indiscutível. Possa este livrinho ser um raio de luz para nossos pobres irmãos separados, – os protestantes, – como para os próprios católicos.
Os primeiros precisam de luz para ver; os segundos precisam dela para ver melhor.
Os primeiros precisam ver o erro que professam e a verdade que ignoram; os segundos devem ver o erro, para evitá-lo, e a verdade, para continuarem a seguirem, com convicção e desassombro.
Peço ao divino Mestre, pela intercessão da Virgem Imaculada, ser para todos os que ele disse de si mesmo a Tomé: via, veritas et vita (Jo 14, 6). O caminho, a verdade e a vida.
O caminho é a moral ensinada por Jesus Cristo.
A verdade é o dogma revelado por ele.
A vida é a união com ele pela graça divina.
É o tríplice laço que prende o homem a Deus:
A moral dirige as faculdades e as ações.
O dogma nutre-lhe o espírito e o coração.
A graça transforma-lhe a alma.
A moral é o indicador do caminho.
O dogma é o indicador da verdade.
A graça é o indicador da vida.
Pela moral o homem faz o bem.
Pelo dogma, o homem segue a verdade.
Pela graça, o homem se transforma.

Pelo bem, feito na verdade, o homem se transforma em santo. Sejamos, pois, santos, como Deus é santo. – Sancti estote, quia ego sanctus sum (Lv 11, 14).

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