terça-feira, 21 de junho de 2016

Santa Missa - Programação para os próximos dias.

Quarta-feira (22/06)
Santa Missa às 20h

Quinta-feira (23/06)
Santa Missa às 20h

Sexta-feira (24/06)
Santa Missa às 20h

Sábado (25/06)
*Santa Missa pela manhã, em breve colocaremos o horário.

Domingo (26/06) 
Santa Missa às 10h

CONFISSÕES ANTES DA MISSA


***

São Luiz Gonzaga, rogai por nós!


Pedimos a todos que puderem chegar o mais cedo possível para se confessaremassim façam, para não atrasar o horário da Missa.

Senhores e Senhoras, lembrem-se da modéstia no vestuário, na Santa Missa, e em todas as ocasiões. A modéstia não é uniforme para Missa, é dever do cristão, em todas as ocasiões, por amor a Deus. Vale lembrar também que: Não temos opiniões sobre a modéstia, prestamos obediência ao que ensina a Santa Madre Igreja, com todo o nosso amor e submissão.

Dúvidas sobre a modéstia? Orientações da Santa Sé sobre as modas inadequadas em "Seleta de textos sobre a modéstia" das Irmãs Escravas de Maria Rainha da Paz. Adquira conosco!

"Virão modas que desagradarão muito a Nosso Senhor"
 Nossa Senhora, em Fátima. Portugal - 1917.
*
Orientações gerais

Rapazes e Senhores: Calças e camisas socialDe preferência camisas sociais até o pulso.
Meninas, Moças e Senhoras: Saias abaixo dos joelhos e blusas até o cotovelo.

domingo, 19 de junho de 2016

Novo curso (pago) de Carlos Nougué: «O melhor regime político segundo Santo Tomás (e o atual momento brasileiro)»

O Melhor Regime Político
segundo Santo Tomás
(e o atual momento brasileiro)

Curso on-line de 18 horas ministrado por 
Carlos Nougué


 “A felicidade última do homem está na contemplação da Verdade.”
Santo Tomás de Aquino

[Comunicado 1]

ABERTURA DAS INSCRIÇÕES PARA O CURSO

1) A partir do dia 4 de julho próximo, estarão abertas as inscrições para o curso on-line O Melhor Regime Político segundo S. Tomás (e o atual momento brasileiro), de 12 horas, divididas em 12 aulas de cerca de uma hora e meia cada uma.
2) As inscrições far-se-ão em nosso site:

VALOR E FORMAS DE PAGAMENTO

1) Valor total:
a) ou R$ 150,00 em até 6 parcelas sem juros no cartão de crédito;
b) ou R$ 140,08 por pagamento à vista mediante débito on-line ou boleto bancário.
Observação 1. Os que se inscreverem em julho terão direito não só ao curso, mas também a um exemplar de Estudos Tomistas – Opúsculos, livro do mesmo Carlos Nougué que está por sair pelas Edições Santo Tomás (192 páginas), com os seguintes opúsculos:
 Gramática, arte subalternada à Lógica;
• As duas primeiras operações do intelecto: uma crítica a Maritain e a outros tomistas;
• Tradução comentada do artigo da Suma Teológica “Se em Deus são o mesmo a essência e o ser” – em torno da questão “ser” versus “existência”;
• Se se deve rezar pela salvação do mundo;
• O que é a ideologia.
Observação 2. O pagamento se fará, em nosso próprio site, mediante o PagSeguro.
2) Ao pagarem, os alunos-subscritores receberão automaticamente uma senha de acesso aos vídeos-aula e à bibliografia; e aos que se inscreverem em julho enviar-se-á, no mesmo mês e ao endereço posto por eles mesmos no cadastro, o livro Estudos Tomistas – Opúsculos.

INÍCIO E DURAÇÃO DO CURSO 

1) O curso se iniciará no mesmo dia 4 de julho próximo.
2) Os alunos-subscritores terão acesso aos vídeos-aula durante dez meses a contar da data de inscrição.

EMENTA DO CURSO

I. Apresentação geral:
1. A Política segundo Santo Tomás.
2. Ciência da Política e Prudência Política.
II. Os regimes políticos segundo Santo Tomás.
1. A monarquia: virtudes e dificuldades; sua corrupção: a tirania.
2. A aristocracia: virtudes e dificuldades; sua corrupção: a oligarquia. 
3. politia (ou democracia não democratista): virtudes e dificuldades; sua corrupção: a democracia democratista.
Excurso: A democracia dos 400 mil de Edmund Burke.
4. Os regimes mistos.
5. O regime misto assinalado por Santo Tomás como a melhor forma de regime.
III. A devida ordenação do poder temporal ao espiritual.
IV. A política na Cristandade.
IV. O progressivo fim da cristandade e suas razões.
V. A revolução e suas etapas.
§ As sementes.
1. O Renascimento, Henrique VIII e a chamada Reforma.
2. O naturalismo, o iluminismo e o liberalismo.
3. A Revolução Industrial Inglesa: o cercamento dos campos e a ruína da família camponês-obreira.
Excurso: Se a economia pode pensar-se autonomamente.
4. A Revolução Francesa: o esmagamento da monarquia e dos corpos intermediários, e da ordenação do poder temporal ao espiritual – a Igreja sitiada.
5. Marx, a Primeira Guerra Mundial e a Revolução Russa – a reação da Igreja e da Cristandade restante.
6. Antonio Gramsci; György Lucácks e seu “Terrorismo Cultural”; o chamado neomarxismo da Escola de Frankfurt: Max Horkheimer, Erich Fromm,  Herbert Marcuse, Theodor W. Adorno, Jürgen Habermas, Walter Benjamin, entre outros;
7. A Segunda Guerra Mundial, a consolidação das democracias liberais, a expansão do comunismo.
8. O Concílio Vaticano II.
9. A vitoriosa revolução marcusiana – “É Proibido Proibir” e “A Imaginação no Poder” – e a queda do Muro de Berlim. 
VI. O mundo atual e a preparação para o advento do Anticristo: questões político-teológicas.
VII. O Brasil atual: a ruína do regime republicano-partidário, e o crescimento do movimento monarquista.

CURRÍCULO DE CARLOS NOUGUÉ

I. Dados pessoais:
Nome: Carlos (Augusto Ancêde) Nougué;
Nacionalidade: brasileira;
Idade: 64 anos.
II. Qualificações profissionais:
1) Professor de Filosofia e de Teologia por diversos lugares;
2) Professor de Tradução e de Língua Portuguesa em nível de pós-graduação;
3) Tradutor de Filosofia, de Teologia e de Literatura (do latim, do francês, etc.);
4) Lexicógrafo.
III. Autor dos seguintes livros:
• Suma Gramatical da Língua Portuguesa – Gramática Geral e Avançada (São Paulo, É Realizações, 2015, 608 pp.);
• Estudos Tomistas – Opúsculos (Formosa, Edições Santo Tomás; por sair este mês);
• Comentário à Isagoge de Porfírio (Formosa, Edições Santo Tomás; por lançar-se);
• Comentário às Categorias de Aristóteles (Formosa, Edições Santo Tomás; por lançar-se);
• Das Artes do Belo (São Paulo, É Realizações; por lançar-se);
• A Necessidade da Física Geral Aristotélica (São Paulo, É Realizações; por lançar-se como estudo introdutório da tradução do Comentário de Santo Tomás à Física de Aristóteles).
• Do Papa Herético (Formosa, Edições Santo Tomás; por lançar-se).
IV. Outros cursos on-line ministrados por Carlos Nougué:
V. Responsável pelas seguintes páginas web:
• Estudos Tomistas (www.estudostomistas.com.br);
• A Boa Música (www.aboamusica.com.br).

Observação geral. Há em nosso site uma seção chamada Perguntas Mais Frequentes (F.A.Q.), em que cremos responder a todas as possíveis dúvidas a respeito do Curso. Caso, porém, persista alguma dificuldade, escreva-se a Marcel Barboza (cursos@carlosnougue.com.br).

CAPA DO LIVRO ESTUDOS TOMISTAS – OPÚSCULOS 



 ___________
Uma iniciativa conjunta
Central de Cursos Contemplatio
Associação Cultural Santo Tomás

sábado, 18 de junho de 2016

Tarde de Conferências, amanhã, a partir das 16h

Prezados amigos,
Salve Maria!
Amanhã, a partir das 16h, nossa Tarde de Conferências, seguida de cafezinho* e Santo Rosário.

Tema: Extratos da conferência de S.E.R Dom Richard Williamson, em Buenos Aires, de 19 de Dezembro de 2002.

Em Maria, Rainha dos Corações,
Capela Nossa Senhora das Alegrias - Vitória/ES

*Contamos com a colaboração de todos para nosso tradicional cafezinho.


segunda-feira, 13 de junho de 2016

Os amigos que se tornaram... algozes. (Pe. Mateo) - Modéstia Católica


Excertos do livro Jesus Rei de Amor. Pe Mateo Crawley
Os amigos que se tornaram... algozes.

                É as vezes penoso dizer certas verdades, mas é preciso que eu fale como apóstolo; devo ousar, sempre guardando a delicadeza requintada e o respeito que devo àqueles mesmo que eu viso neste parágrafo. Eu teria sido culpado de covardia, se falando dos pecados dos amigos, tivesse esquecido precisamente aquele que fez prorromper de lágrimas de dor e de santa indignação o Pontífice da Realeza de Jesus Cristo, Pio XI.

“Faço alusão ao pecado gravíssimo de imodéstia, de impudor cometido por um grande número de pessoas católicas, piedosas mesmo, diz o papa, e que... parecem ter esquecido o senso da alta delicadeza cristã, aceitando e seguindo certas modas que estão em oposição com as leis elementares do pudor cristão”.

Creio, ou antes, estou perfeitamente seguro de que a angústia do Vigário de Jesus Cristo a esse respeito, reflete exatamente a do Divino Coração, odiosamente ultrajado pelo pecado social, que desconhece um dos maiores Mandamentos, aquele que se refere diretamente à pureza do coração e dos sentidos.

(...) É de notar sobretudo que essa gangrena do impudor social já ganhou e corroeu a elite católica, a elite das nossas famílias, aquelas que tinham não somente a fé, mas também fortes tradições cristãs. Ah! ei-las vestidas, que digo despidas como as outras...  Para onde vai neste passo? Pois, não nos enganemos, impudor exterior e frivolidade interior são duas mascaradas do mesmo Carnaval de pecado, quer se queira quer não. Satanás, o “costureiro elegante” dos vestuários paganizantes, assim o quer, e assim se faz...

Desgraçadas de tantas moças que carregam consigo o peso esmagador de milhares e milhares de pecados que elas fizeram cometer, pelo simples fato de se apresentarem em público, nas ruas ou em outros lugares, com vestidos tão pouco, que elas não quereriam provavelmente morrer nesses trajes.

Desgraçadas daquelas mães que toleram e talvez aprovam, nas suas filhas moças, tais abusos e que pior ainda, despem as suas filhinhas, habituando-as assim inconscientemente a uma nudez que lhes parecerá muito natural mais tarde, quando vier a idade em que essa questão de pudor será muito delicada...

E essas mães se revoltam com as observações dos seus Vigários; e essas mães pretendem saber mais que os Bispos e Confessores, e, falando de suas filhinhas, dirão mesmo, oh! Que aberração! Que tudo o que se diz sobre isso supõe uma malícia que elas não possuem! ... Meu Deus, que cegueira!

(...) Pobre Jesus! É em teu nome, em nome de tua lei divina que se ordena, e tapam-se os ouvidos do coração. Mas é a moda... e tudo está  bem, tudo é legítimo, permitido, tudo... até mesmo, ó Rei, esbofetear-Te!

(...) Pensai Naquele que vai julgar-vos segundo o seu código e não segundo os vossos caprichos e consoante o gosto das modistas... Hoje, dais de ombros, tendes um sorriso de desprezo e de despeito...  Pois bem, amanhã, soluçareis, mas será tarde demais... A imodéstia é uma chama de inferno; desgraçadas daquelas que, longe de apaga-la, lançam-se nela e arrastam as outras, em vez de usarem da sua influência para remediar um mal tão grande!
Não falo aqui daquelas mulheres mundanas por educação, sem nenhuma, ou quase nenhuma base cristã. Dirijo-me àquelas que são visadas pelo anátema do Papa, às famílias tradicionalmente cristãs e piedosas, arrastadas como as outras nessa avalanche de lama e paganismo. (...)

(...) Essa falta de amor profundo, de verdadeiro amor, é a única explicação satisfatória do conflito de que falamos, e que não é assunto secundário, de detalhe, mas um grave problema de pureza familiar e social. Daí, dessa anemia do coração, é que vem essa contradição chocante, escandalosa, que é o fato de se ver uma cristã que usa, sobre um decote absolutamente incorreto, uma medalha da Virgem Imaculada, ou um pequeno Crucifixo de ouro, o qual representa então verdadeiramente, Jesus no seu calvário moderno...

Ó Rainha Imaculada, pela glória de nosso Rei Jesus, faze um milagre, maior que em Lourdes, no meio das famílias católicas... Mãe puríssima, rasga o véu que obscurece a vista de tantas mulheres (...). Mas para que elas sejam corajosas para consigo mesmas, contra a sua vaidade e as exigência culposas de um mundo que desconhece a santidade do Evangelho, digna-te, ó Mãe do Belo-Amor, colocar nas suas almas mais que uma simples centelha, uma chama ardente daquela caridade forte como a morte, que as fará vitoriosas e livres das loucuras de um mundo corrompido e corruptor... E que então, amando o teu Jesus e amando-te a ti, Virgem Imaculada, não com uma veleidade piedosa, mas com um coração profundamente cristão, elas sejam na família e na sociedade, pela sua modéstia, um exemplo da observância integral da lei... Abre os seus olhos, Mãe puríssima, Esposa sem mancha, e faze que refloresçam nessas famílias os lírios de candura e inocência de outrora....   

Jesus, Rei de amor – P. Mateo Crawley-Boevey

* Grifos nossos.

MODELOS DE CATOLICISMO PARA AS MENINAS, MOÇAS E SENHORAS

... O céu é para os fortes! ...


Santa Maria Goretti


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Jacinta de Fátima

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Santa Bernadette Soubirous


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Santa Joana D'arc


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Santa Teresinha do Menino Jesus



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Zélia Martin (Mãe de Santa Teresinha)


sábado, 11 de junho de 2016

"Continuemos! Continuemos com a graça de Deus e a intercessão da Virgem Maria. Assim seja."



Sermão de Dom Tomás de Aquino
Continuemos!

Puy, 15 de maio de 2016


Nosso Senhor disse que quem o ama guardará Sua Palavra. Que é esta senão a Tradição? Que é senão o exemplo de Mons. Lefebvre? Senão aquele que guardou a palavra de Nosso Senhor, em seu ensinamento e em suas ações. E isto é a Tradição. A Tradição é conservar, apesar de todas as dificuldades, a palavra de Nosso Senhor. E para isto, são necessários os dons do Espírito Santo, os dons pelos quais podemos compreender este grande bispos que, estamos persuadidos, um dia será posto nos altares. Mons. Marcel Lefebvre nos mostrou o caminho, defender a fé de maneira intrépida, sem paralelo em circunstâncias jamais vistas na história da Igreja. Para isto, ele necessitou de um Conselho superior. Certamente, foi movido pelos dons do Espírito Santo: o dom do Conselho, o dom da Fortaleza, todos os dons para poder realizar o que realizou.

E o que nós queremos fazer? Nós queremos continuar o que recebemos dele. Ele, tudo o que recebeu, o recebeu da Santa Igreja, o recebeu dos papas que condenaram os erros modernos; ele os recebeu, os conservou, os ilustrou, os explicou, os aprofundou. E isto é o que nós queremos continuar. Não queremos outra coisa. Ser fiéis discípulos de Mons. Lefebvre, como ele foi um fiel discípulo de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Um dia, no Barroux – eu não estava presente no locutório, mas estava presente no mosteiro – Mons. Lefebvre contou sobre uma entrevista, uma conversação que teve com o Cardeal Ratzinger (se não me equivoco) e disse ao Cardeal: “Para nós, Nosso Senhor Jesus Cristo não é facultativo. Não é para nós! Para nós NSJC é tudo. E dizendo isto, brotaram lágrimas de seus olhos; os monges estavam muito comovidos, muito edificados; para ele, Nosso Senhor é tudo. Hoje em dia, querem dar-lhe somente uma parte; querem dar-lhe um lugar medido, um lugar limitado. E nós dissemos não. E agora o que acontece na Tradição: querem regularizar a Tradição. A Tradição não necessita de regularização, pois a Tradição é a regra. A Tradição não se regulariza. É por isto que nós continuamos serenamente, estando seguros que estamos na Verdade; a Verdade porque a Tradição é a Verdade.

E se um dia houve uma mudança, são eles, os que estão em Roma, que virão a nós; nós não iremos a eles. Melhor, eles virão à Tradição que nós defendemos. Como acontecerá? Não sei. É Deus quem dirige Sua Igreja e as soluções virão no momento em que a Fé regressar a Roma. E é por isto que nós rezamos; rezamos para que a Fé regresse a Roma, para que a Doutrina regresse a Roma. Não há outra solução fora deste regresso à Fé católica. Pedimos ao Espírito Santo seus dons para poder continuar na linha de Mons. Lefebvre. Agradecemos com toda nossa gratidão a Mons. Williamson, cujo lema é “Fidelis inveniatur” “Que seja encontrado fiel”. Pois bem, ele foi fiel. E é graças a ele que nós estamos aqui. Graças a Mons. Lefebvre, graças também a Mons. Williamson. Agradecemos-lhe com todo nosso coração que tenha sido fiel, que continue transmitindo fielmente o que recebeu. Assim é também a Igreja. Vemos esta transmissão dos Apóstolos, que passa por São Pio V, por Mons. Lefebvre e chega até nós.

Hoje, dia de Pentecostes, quando os Apóstolos predicaram, quando São Pedro começou a predicar, converteu três mil pessoas que foram batizadas em um campo, é a Igreja Católica que converteu todas as nações. Um bispo francês que salva a situação da Igreja, um bispos inglês que segue esta operação de sobrevivência e a continua. Continuemos. Recordo que Mons. Lefebvre terminava frequentemente suas conferências e sermões dizendo: continuemos, continuemos, continuemos a Igreja, continuemos os sacramentos, continuemos as fontes de salvação. O que nós queremos é somente isto: a salvação para a glória de Deus. Queremos trabalhar para a glória de Deus.

Rezamos por todos aqueles que não estão conosco, rezamos por eles, por sua conversão, por sua salvação. Mas se nós nos negamos a estar com eles é porque pensamos que se equivocam buscando a regularização que os levará à ruína. Em Campos, há uma pequena região com pessoas do campo que, a princípio, estavam muito contentes com os acordo de Roma porque lhes disseram que não eram acordos, que era um reconhecimento: Roma reconhecia a Tradição, eles estavam contentes. Porém, com o tempo, viram que não era assim. Nunca deixaram sua região, nem sequer conheciam Mons. Lefebvre, seu mundo estava limitado à região onde viviam.

Eles compreenderam a situação, viram, em seguida, que não era verdade, que Mons. Rifán se desviava do caminho, que esta submissão a Roma estava trazendo mudanças substanciais nos conselhos que recebiam no confessionário, nos conselhos que recebiam sobre a crise da Igreja. Então se inquietaram, procuraram-nos, pediram-nos se poderíamos ser o laço entre eles e a FSSPX para ela pudesse os ajudar.  Isto foi aproximadamente em 2005.
  
E a Fraternidade começou a ajudá-los. Logo vieram neste anos, perto de 2012. Estavam inquietos: o sacerdote que estava ali começou a falar que a regularização não seria um acordo, que este era um “toma lá, dá cá”, e que a Fraternidade não faria isto. Simplesmente continuaria recebendo de Roma coisas que não mudariam. Então disseram os fiéis: “Fala como Mons. Rifán: fala, diz os mesmos argumentos, fala da mesma maneira”.

Então, estes comentários chegaram aos ouvidos dos sacerdotes e o sacerdote chamou um dos campesinos, que se chama Gabriel, um homem com muito senso comum, verdadeiro camponês. O padre disse a Gabriel: “Dizem que falo como Mons. Rifán; o que significa isto? Não é possível, como podem dizer isto?”. E o camponês, com muito senso comum, respondeu-lhe: “Padre, eu não o conheço, não sei quais são suas intenções. Mas que suas palavras são as mesmas que Dom Rifán dizia antes, sim, isto são”. Então, há perigo, vemos as mesmas palavras, a mesma maneira de agir… a mesma ruína: a ruína de Campos. Agora, Mons. Rifán diz as duas missas. E para Mons. Rifán, os que se negam a dizer as duas missas têm um espírito cismático.

E há aqui como se destroi uma obra que parecia indestrutível. Porque não tiveram a piedade filial com respeito a Mons. de Castro Mayer.

Eles acreditaram que Mons. de Castro Mayer era um bispo extremista. Pois bem, é Mons. Rifán que é um bispo extremista. Há que se guardar a piedade filial para quem nos salvou, para quem nos deu a salvação, quem nos deu a doutrina, quem nos deu a chave da crise atual: são Mons. Lefebvre e Mons. de Castro Mayer; e Mons. Lefebvre mais que Mons. de Castro Mayer. Mons. Lefebvre tinha uma visão mais alta, mais completa, mas foi ajudado enormemente por Mons. de Castro Mayer, quem o ajudou bastante a posicionar-se melhor na crise atual. Mons. de Castro Mayer recebeu muito de Mons. Lefebvre: eram verdadeiros amigos, esta é a amizade, dar ao outro o que tinham de melhor. Assim se ajudaram mutuamente.

E isto é o que nós desejamos, devemos permanecer unidos, os bispos amigos e unidos, unidos na fidelidade ao que recebemos de Mons. Lefebvre. “Transmiti o que recebi”. E este é nosso programa também: transmitir o que recebemos.

Veritatem dilexisti”. Este lema me foi proposta por Mons. Williamson. “Amei a Verdade”. Foi o rei Davi que disse isto a Deus em seu salmo Miserere. Pois bem, ele escutou a Verdade, Natan lhe disse a verdade e assim ele se converteu porque ouviu a Verdade. Os papas condenaram o mundo moderno, disseram a Verdade sobre o mundo moderno; nós devemos escutá-los. Eles disseram a Verdade sobre o liberalismo, disseram que o liberalismo é um pecado, de modo que não devemos cometê-lo. Os papas falaram como Natan. E nós nascemos neste mundo liberal: há em nós algo que é um pouco... Nós somos filhos de Adão e Eva. O batismo apagou o pecado original. As feridas, as cicatrizes que causaram em nossa inteligência, em nossa vontade, em nossa sensibilidade, todavia, estão ali. É por isto que devemos rezar muito, pedir ao Espírito Santo que complete esta obra que foi começada no batismo, que Ele nos simplifique e que nos torne fiéis por completo; que se escutem os papas, os papas que condenaram o liberalismo e os erros modernos, que se escute a Igreja, a Igreja Católica, não a Igreja conciliar. É um grande mistério o que acontece diante de nós. Escutemos Mons. Lefebvre que compreendeu bem, analisou bem e nos deu a solução.

Continuemos! Continuemos com a graça de Deus e a intercessão da Virgem Maria. Assim seja.



Dom Tomás de Aquino O.S.B.


Fonte: Non possumus 
Tradução: Letícia Fantin 

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Missas neste final de semana

Programação da Capela para este final de semana:

Sábado (11/06) 
Santa Missa às 19:00h

Domingo (12/06) 
Santa Missa às 10h

*Logo após haverá almoço partilhado.


Pedimos a todos que puderem chegar o mais cedo possível para se confessarem, assim façam, para não atrasar o horário da Missa.

Senhores e Senhoras, lembrem-se da modéstia no vestuário, na Santa Missa, e em todas as ocasiões. A modéstia não é uniforme para Missa, é dever do cristão, em todas as ocasiões, por amor a Deus. Vale lembrar também que: Não temos opiniões sobre a modéstia, prestamos obediência ao que ensina a Santa Madre Igreja, com todo o nosso amor e submissão.

Dúvidas sobre a modéstia? Orientações da Santa Sé sobre as modas inadequadas em "Seleta de textos sobre a modéstia" das Irmãs Escravas de Maria Rainha da Paz. Adquira conosco!

"Virão modas que desagradarão muito a Nosso Senhor"
 Nossa Senhora, em Fátima. Portugal - 1917.
*
Orientações gerais

Rapazes e Senhores: Calças e camisas socialDe preferência camisas sociais até o pulso.
Meninas, Moças e Senhoras: Saias abaixo dos joelhos e blusas até o cotovelo.

terça-feira, 7 de junho de 2016

ORAÇÕES POR NOSSOS SEMINARISTAS

Prezados, 

pedimos aos nossos confrades que rezem pelos Sr. Rodrigo (Ir. Miguel), Sr. Deivid e Sr. Daniel que se preparam para ir ao Seminário São Luis Maria  Grignon de Montfort.

ORAÇÕES POR NOSSOS SEMINARISTAS



Oração por nossos seminaristas.

Meu bom Jesus, que nos chamastes do nada para a existência e, quando caímos, levantais-nos de novo, olhai com bondade para estes seminaristas de nossa Diocese (Paróquia, Igreja) e fazei que se tornem sacerdotes segundo o Vosso Coração.

Ouvi as nossas súplicas por eles e de modo especial pelo seminarista (nome), por quem quero rezar todos os dias e ajudá-lo segundo minhas possibilidades em suas necessidades materiais.

Nesta terra, como recompensa não quero outra coisa senão vê-lo servindo a Deus em santidade e que junto ao Altar de Deus se lembre sempre de rezar por nós.

Oh Maria, minha mãe, sob a vossa proteção queremos colocar esses seminaristas, guarda-os como filhos vossos.
Amém.


Seminaristas do Seminário Francês de Roma, década de 1920. Segundo da direita, na primeira fila, o seminarista Marcel Lefebvre.
Oração pelas vocações sacerdotais, pelos seminaristas e sacerdotes.

Senhor Jesus, Bom Pastor,

que em obediência ao Pai
dais a vida pelas ovelhas,
concedei-nos as vocações sacerdotais
de que a Igreja e o mundo tanto necessitam.

Fazei que as nossas famílias e comunidades
sejam campo fértil, onde possam germinar.

Abençoai o trabalho apostólico
dos sacerdotes, catequistas e educadores
para que acompanhem a vocação sacerdotal
daqueles que escolheis.

Dai aos jovens seminaristas
a coragem de Vos seguir
e o dom de configurarem
o seu coração com o Vosso.

E que Santa Maria, Vossa Mãe,
Rainha dos Apóstolos, os guie e proteja, até chegarem a ser
pastores consagrados a Deus e ao seu Povo.
Amém.

Fonte: Formaçãocatólica

DOMINICANOS DE AVRILLÉ: "NORMALIZAÇÃO"? - LEITURA OBRIGATÓRIA

NORMALIZAÇÃO?
Respecto al texto que examinamos aquí, el P. Franz Schmidberger emitió el siguiente comunicado el 15 de abril de 2016: “El documento Reflexiones sobre la Iglesia y la posición de la FSSPX en el seno de ella fue escrito por mí, de mi propia iniciativa, sin que nadie me incitara a ello, me impulsara a ello ni me lo encargara. Éste representa mis propias reflexiones y tiene un carácter puramente privado. Fue comunicado a un pequeño círculo de personas, en total nueve personas: al Superior General, a otro obispo de la Fraternidad, a los otros sacerdotes del Seminario de Zaitzkofen y a un laico que no nombro. No fue mostrado a los seminaristas ni a los Hermanos del seminario, que no tuvieron conocimiento de su contenido. Asimismo, ninguna traducción a otra lengua fue realizada, ni contemplada, ni autorizada. No tengo ninguna responsabilidad en la publicación de este documento en internet. Yo asumo naturalmente las observaciones que hice, y las tengo por pertinentes en la situación actual de la Iglesia y de la Fraternidad. Por lo demás, no dejo ni de pensar ni de Sentire cum Ecclesia”.
Incluso si el documento tuvo al principio un carácter privado, su difusión por internet lo volvió público. El reconocimiento canónico de la FSSPX, teniendo consecuencias dramáticas para la Iglesia, creemos que es un deber exponer públicamente los motivos que nos llevan a rechazar tal reconocimiento, mientras todavía haya tiempo.
Le Sel de la terre.
Reflexiones del P. Schmidberger
Ver la carta del P. Schmidberger acá.
Comentarios de Sel de la terre
I. Al misterio de la Iglesia, se opone el de la Contra-Iglesia. Desde su fundación, la Iglesia debió luchar contra sus enemigos que trataron de aplastarla en sangre, pervertirla por la herejía, sofocarla en el fango. Una reflexión sobre la Iglesia que no tome en cuenta a sus enemigos, sobretodo en la hora actual, sería incompleta y llevaría a conclusiones falsas.
II. Dios ha permitido desde siempre a sus enemigos el ocupar lugares en la jerarquía de la Iglesia. Judas, escogido por Nuestro Señor mismo, fue uno de los doce Apóstolos y aquél que se encargaba de la bolsa.
Pero, lo que es particular en nuestra época, es que la Iglesia está ocupada por un partido liberal y modernista que busca desviarla de su fin para ponerla al servicio de los intereses del mundialismo, es decir, al proyecto de las logias y de las tras-logias de “reconstrucción del Templo”, por medio del ecumenismo, de la falsa libertad religiosa, de la colegialidad, etc.
Cuando los representantes de esta iglesia conciliar piden avanzar hacia la “plena comunión”, ellos piden entrar en este movimiento al servicio de los enemigos de Nuestro Señor Jesucristo[1].
III. Mons. Lefebvre fue suscitado por Dios para resistir a la auto-demolición de la Iglesia. La Providencia puso poco a poco las obras fieles a la Tradición al margen de este sistema de la iglesia conciliar. Esto les permitió prosperar conservando la fe y la moral.
IV. Mons. Lefebvre siempre buscó que las autoridades romanas retornaran a la Tradición. Cuando pidió el permiso de “hacer la experiencia de la Tradición”, era para mostrar por el ejemplo que la salvación de la Iglesia sólo podía venir de este retorno.
Poco a poco, y de manera definitiva a partir de mayo de 1988, Mons. Lefebvre comprendió que un acuerdo práctico no podía hacerse antes de un acuerdo doctrinal y decidió requerir a sus interlocutores que se suscribieran a las grandes encíclicas antimodernistas y antiliberales antes que cualquier otra cosa.
A partir del año 2000, las autoridades superiores de la FSSPX comenzaron una evolución en sentido contrario. Ellas cambiaron de política, primero de manera discreta (notablemente por las discusiones en el marco del GREC), luego de manera pública a partir de 2011 después del fracaso de las discusiones doctrinales (que tuvieron lugar de 2009 a 2011). Una tentativa de acuerdo práctico fracasó en 2012, pero el principio de obtención de acuerdo práctico con las autoridades que continúan predicando los errores conciliares fue ratificada por el capítulo general de 2012 y las discusiones para lograr este resultado han perdurado.
V. En la iglesia conciliar siempre ha habido prelados (cardenales Gagnon, Palazzini, Oddi, etc.) que veían bastante favorablemente a la Tradición y querían ayudarla. Siempre ha habido también prelados (cardenal Hoyos, Mons. Perl, etc.) que han buscado atraer a los tradicionalistas a la iglesia conciliar proponiéndoles “acuerdos”. Las condiciones para éstos han variado. A veces pretendían no pedir nada a cambio (por ejemplo, para Barroux), pero el resultado siempre fue el mismo: aquellos que se ponen bajo la autoridad directa de los prelados conciliares terminan por abandonar el combate de la fe.
Suponiendo que las autoridades romanas actuales no pidieran reconocer el Vaticano II, ni la legitimidad del Novus Ordo Missae, ellas pedirán seguramente a la FSSPX someterse al nuevo Código. Después supervisarán las nominaciones de los superiores, y especialmente la elección de nuevos obispos y, por este medio, en poco tiempo, ellas “normalizarán” la Fraternidad y la llevarán a no ser más que una reserva de “tradicionalistas” en el seno de la iglesia conciliar, como hay reservas de Pieles Rojas en los Estados Unidos.
Recordemos cómo Benedicto XVI veía, desde su punto de vista, las ventajas de una “normalización”:
Yo mismo he visto, en los años que siguieron a 1988, que, gracias al retorno de las comunidades anteriormente separadas de Roma, su clima interno cambió; que el retorno en la gran y vasta Iglesia común hizo superar las posiciones unilaterales y los endurecimientos, de suerte que enseguida emergieron de ellas fuerzas positivas para el conjunto[2].
Veamos ahora los argumentos del P. Schmidberger en favor de un reconocimiento canónico (que resumimos entre corchetes):
1) [Toda situación anormal tiende por naturaleza hacia la normalización].
Hay dos errores en esta corta frase:
Primero, es falso que nosotros estemos en una situación anormal. Por el contrario, mientras que la situación continúe siendo anormal en Roma (debido al hecho de la ocupación modernista), es normal que nosotros nos mantengamos a distancia.
Luego, es absurdo decir que una “situación anormal tiende por naturaleza hacia la normalización”. Es como decir que toda enfermedad conduce a la salud. Sin duda que todo enfermo desea recobrar la salud, pero no la puede recobrar mientras conserve la causa de la enfermedad. Para que la situación deje de ser anormal, sería necesario que los miembros de la jerarquía, el papa en primer lugar, repudien el modernismo.
2) [El peligro de que los fieles y ciertos cofrades se acostumbren a la situación anormal].
La obediencia de la fe es superior a la obediencia a los hombres:
«Más vale obedecer a Dios que a los hombres». La Iglesia está fundada primero sobre la fe antes de serlo sobre la obediencia. Manteniéndose a una distancia respetuosa de la jerarquía gangrenada por el modernismo con el fin de preservarse del contagio, Mons. Lefebvre demostró que tenía más sentido de Iglesia que los que se incorporaron a la Roma modernista.
Los ejemplos escogidos por el P. Schmidberger indican que ha perdido de vista la gravedad de la crisis. La participación en el año santo es una participación en el aniversario del Vaticano II y una aprobación implícita de la nueva concepción de la misericordia de Francisco. En cuanto al otorgamiento de una jurisdicción ordinaria, es un primer paso hacia un reconocimiento canónico: los superiores de la Fraternidad debieron rechazarla cortésmente.
3) [Tenemos amigos entre los obispos y cardenales, dispuestos a pedirnos ayuda].
Sin duda, pero ¿con qué condiciones? Un compromiso con las ideas conciliares que continúan teniendo y propagando estos prelados. Nosotros representamos la fe de la Iglesia, y esto no puede ser puesto al nivel de una opinión en igualdad con las teorías conciliares.
4) [Si podemos consagrar obispos con el permiso de Roma, es necesario pedir este permiso].
Si la Roma conciliar da el permiso de consagrar un obispo, éste será un obispo que tenga el “perfil” conciliar. Ahora bien, precisamente Mons. Lefebvre suspendió las discusiones en mayo de 1988 porque Roma reclamaba que se le presentara un candidato con el “perfil”.
5) [La inquietud de los modernistas ante una "normalización" nos hace comprender que es el buen camino].
Los Montañeses eliminaron a los Girondinos, antes de hacerse eliminar a su vez. Es la ley de la Revolución ir siempre más hacia la izquierda, suscitando en caso de necesidad una reacción que les permitiera avanzar por una nueva síntesis (provisional).
En la dialéctica modernista bien descrita por San Pio X, el papel de los progresistas es de ir cada vez más lejos al oponerse a las fuerzas conservadores, que la autoridad debe apoyar[3]. Así, la autoridad se preocupa por los anticuados. Cada quien tiene su papel en la Revolución.
El hecho de que los más extremistas de los progresistas estén contra un “acuerdo”, no prueba por lo tanto que “es el buen camino”.
6) [¿Cómo puede la Iglesia superar su crisis? […] El acto oficial de reconocimiento de la Fraternidad desencadenaría una saludable agitación dentro de la Iglesia.]
La Iglesia superará la crisis por un retorno de la jerarquía, y en primer lugar del papa, a la Tradición. “Y tú, una vez vuelto, confirma a tus hermanos”, dijo Nuestro Señor a San Pedro.
Es mostrar presunción el imaginar que la entrada en la iglesia conciliar de tres obispos y algunas centenas de sacerdotes provocará un retorno a la Tradición. Esto representará algunas gotas de agua rápidamente asimiladas por el océano conciliar.
Enseguida el P. Schmidberger responde a algunas objeciones. Pasamos de las primeras que no son muy fuertes y sólo comentaremos las dos últimas:
5) [La integración en el sistema conciliar no traerá daños a la FSSPX, al contrario, si actuamos enérgicamente, apoyados en la gracia de Dios, nuestra nueva situación se convertirá en una bendición para toda la Iglesia].
Esta respuesta es muy temeraria. Como decía justamente Mons. Lefebvre: “No son los inferiores quienes hacen a los superiores, sino los superiores que hacen a los inferiores[4]”.
Una vez sometidos directa y ordinariamente a las autoridades conciliares, los miembros de la FSSPX recibirán su influencia.
En cambio, la situación actual permite dar testimonio de manera más eficaz pues esta permite predicar la verdad integral… si por lo menos se tuviera la energía necesaria. Pero ¿se tiene todavía esta firmeza? Constatamos que desde hace algunos años las autoridades superiores de la FSSPX se han debilitado en la denuncia de los errores de la iglesia conciliar y tratan al papa con indulgencia[5].
En cuanto a la comparación con David y Goliat, esta se vuelve contra el P. Schmidberger. David representa la Tradición (pequeña a los ojos de los hombres) y Goliat a la iglesia conciliar (aparentemente formidable, pues ella representa “la autoridad”). Pues bien, David no se acercó a Goliat para negociar un acuerdo, sino para combatirlo… y cortarle la cabeza.
6) [Las comunidades que se sometieron a Roma o bien se asimilaron al sistema conciliar o bien ellas se hundieron, pero el caso de la FSSPX es diferente].
La última frase es interesante (el seguro de vida de la FSSPX era la FSSPX) y basta ella sola para demoler toda la argumentación. En efecto, ¿cuál será el seguro de vida de la FSSPX una vez que sea normalizada?
¿Qué hacer particularmente si sacerdotes (o fieles) apelan  a una sanción o se quejan a Roma como lo hicieron los “16 signatarios” de la Fraternidad San Pedro en junio de 1999?
Subrayamos también que el P. Schmidberger no responde claramente a la objeción respecto a Campos. Mons. Rifan está dispuesto al compromiso, esto es verdad para hoy, pero no era verdad antes de que sobreviniera el acuerdo. Esto no garantiza de ninguna manera que la FSSPX, una vez que pasen los acuerdos, no hará compromisos.
Finalmente, el Padre toma como ejemplo a la Fraternidad San Pedro. El hecho que ella permanezca “con pocas excepciones, fieles a la misa tradicional” no es suficiente para tranquilizarnos: en efecto, esta Fraternidad ha abandonado claramente el combate de la fe y no denuncia públicamente los errores de las autoridades conciliares.
VII. Es necesario actuar según la prudencia y no tentar a Dios. Mons. Lefebvre notó muy bien los inconvenientes de tal acuerdo:
Relaciones con las Congregaciones y Órdenes, con estatuto especial, pero a pesar de todo con una dependencia moral que Roma desea ver transformada lo más pronto posible en dependencia canónica. Peligro de contaminación.
Relaciones con los obispos y un clero y fieles conciliares. A pesar de la amplia exención, las barreras canónicas desaparecerían, habrá necesariamente contactos de cortesía y tal vez ofertas de cooperación, para las uniones escolares, unión de superiores, reuniones sacerdotales, ceremonias regionales, etc. Todos ellos son de espíritu conciliar, ecumenista, carismático.
Hasta ahora hemos estado protegidos naturalmente, la selección se aseguraba por sí misma debido a la necesidad de una ruptura con el mundo conciliar. Ahora será necesario hacer reconocimientos continuos, protegerse sin cesar de los medios romanos, de los medios diocesanos[6].
Mons. Lefebvre dijo también:
Esta transferencia de autoridad, es esto que es grave, es extremadamente grave. No es suficiente decir: “Nada hemos cambiado en la práctica[7]”.
Es esta transferencia lo que es muy grave, porque la intención de estas autoridades, es la de destruir la Tradición[8]
Tenemos la necesidad absoluta de tener autoridades eclesiásticas que se adhieran a nuestras preocupaciones y nos ayuden a protegernos contra el espíritu de Vaticano II y el espíritu de Asís[9]
Yo les conferiré esta gracia [del episcopado], confiando que sin tardanza la Sede de Pedro estará ocupada por un sucesor de Pedro perfectamente católico, en las manos del cual podrán depositar la gracia de su episcopado para que él la confirme[10].
Pronto serán 50 años que “nos la creímos”
Jean Madiran apuntaba en febrero de 1972 en Itinéraires 160 (pág. 178):
El 22 de febrero de 1967, el papa Paulo VI instituyó un “año de la fe” que iba del 29 de junio de 1967 al 29 de junio de 1968. Fue en esta ocasión que, en su exhortación apostólica del 22 de febrero, Paulo VI censuraba (en latín) "ille mentis habitus quem “post-conciliarem” appelant [esta mentalidad llamada pos-conciliar", (en italiano) "una mentalità cosidetta “post-conciliare”… Etc. Etc. Etc.
Sí, nos la tragamos, creímos en estas bellas palabras, que eran incluso palabras bellas. Lo podemos ver por nuestros editoriales del número 112 y 113; y por el eco que hizo de estos editoriales Étienne Gilson en el epílogo de su libro Las tribulaciones de Sofía aparecido en la editorial Vrin el verano de 1967 (pág. 171 y siguientes): Gilson también se la creyó. No tiene vergüenza retrospectiva alguna de haberlo hecho. No era fundamentalmente inverosímil el suponer que el papa finalmente se ponía a defender y restaurar la fe cristiana.
Pero mentiríamos al pretender que todo pasó muy bien, que todo fue normal, completamente conforme a las bellas palabras que fueron pronunciadas. Mentiríamos al hacer creer que las acciones e incluso las palabras siguientes fueron coherentes con las palabras bellas y justas del 22 de febrero de 1967.
Un mes más tarde, el 26 de marzo, Paulo VI publicó la encíclica Populorum progressio: la cual, por otra parte, no era casi nada en comparación con lo que vendría enseguida.


[1] “[El papa] dijo también: Ustedes son católicos, continuó diciendo: en camino hacia la plena comunión” Mons. Fellay, sermón del 10 de abril de 2016 en Puy (Dici)
[2] Benedicto XVI, Carta a los obispos de la Iglesia Católica respecto al levantamiento de la excomunión de los cuatro obispos consagrados por Mons. Lefebvre, 10 de marzo de 2009.
[3] “Ahora bien, toda sociedad necesita de una autoridad dirigente, que guíe a sus miembros al fin común, que, al mismo tiempo, por una acción prudentemente conservadora, salvaguarda sus elementos esenciales. […] La fuerza conservadora, en la Iglesia, es la Tradición y la Tradición es representada por la autoridad religiosa. Y de hecho y de derecho: de derecho, porque la defensa de la tradición es como un instinto natural de la autoridad; de hecho, porque, al hallarse fuera de las contingencias de la vida, la autoridad pocos o ningún estímulo siente que la induzcan al progreso. La fuerza progresiva, al contrario, que es la que responde a las necesidad, se incuba y fermenta en las consciencias individuales, sobre todo en las conciencias de los particulares, especialmente de aquellos que están, como dicen, en contacto más particular e íntimo con la vida”. (Pascendi dominici gregis, 8 septiembre 1907.)
[4] Mons. LEFEBVRE, dans Fideliter n° 70, p. 6.
[5] “Roma desea que ataquemos menos; y yo estoy de acuerdo”. Mons. Fellay, conferencia en el seminario de Winona (USA) en febrero de 2015. En Arcadia California, el 10 de mayo de 2015, Mons. Fellay precisará: Cuando vemos los escándalos, cuando vemos al papa, a los cardenales, a los obispos decir cosas tontas: estamos listos para criticarlos, y rápidamente, sí, y corregirlos, pero ¿ustedes creen que esto los ayudará? La oración lo hará. Monseñor Fellay tuvo, el 21 de septiembre de 2014, “una entrevista cordial” con el cardenal Müller (quien niega la Virginidad Perpetua de la Santísima Virgen: Ver Le Sel de la terre 84, primavera 2013, pág. 165) y su encuentro con el papa Francisco el 1º de abril de 2016 “se desarrolló en un clima cordial”, según los reportes oficiales de la FSSPX.
[6] Exposición de la situación, redactada a mano por Mons. LEFEBVRE y enviada por él a los superiores y superioras de las comunidades tradicionales y a algunos sacerdotes, reunidos por él en Pointet, el 30 de mayo de 1988.
[7] O también decir: “Roma nos acepta tal como somos”.
[8] Mons. LEFEBVRE, Conferencia en Écône el 8 de octubre de 1988
[9] Mons. LEFEBVRE, Carta al papa Juan Pablo II, 2 de junio 1988.
[10] Mons. Lefebvre, Carta a los futuros obispos, 28 de agosto de 1987